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A TORTO E A DIREITO

UM BLOGUE SEM PÉS NEM CABEÇA, A TRECHOS LÚCIDO, CONTUDO, TRANSLÚCIDO...MODÉSTIA À PARTE

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O PAÍS DAS PETAS

o país das petas.jpg

Tudo o que se sabe sobre o País das Petas é escasso e disperso, misturando muito a realidade com a ficção; de tal modo que é difícil distinguir os factos concretos, da imaginação febril dos contadores de estórias, nomeadamente, os de estórias da carochinha, por mais incríveis que pareçam. Além disso, outra coisa não seria de esperar de uma estória à volta do País das Petas e, naturalmente, dos peteiros.

O primeiro problema surge com a localização: onde ficaria situado esse país tão peculiar? Segundo alguns estoriadores, essa terra estranha (supostamente fascinante) situar-se-ia algures entre o Estreito da Magalhães Coutinho (que saudades!) e o Largo do Rato; segundo outros, mais radicais, o PP estaria situado na confluência da Rua de São Caetano à Estrela e o largo do Caldas.

Também há quem contra-argumente com a possibilidade remota do PP ter estado localizado entre a Rua das Francesinhas, uma rua onde se comiam umas francesinhas bem boas, para quem não sabe - e olhem que não era fácil encontrar uma francesinha boa em Lisboa -  e o Largo das Necessidades que era o local para onde a malta acorria quando se via em calças pardas. Contudo, ainda não há dados que sustentem a veracidade destas conjecturas.

De qualquer modo,  e este é o cerne que está na origem deste artigo, os peteiros eram um povo muito curioso, cujos hábitos (mesmo os monásticos), podem ser considerados insólitos, à luz dos costumes presentes.

Conforme se sabe (se não se sabe, fica-se a saber), pelos padrões estéticos actuais, um nariz grande não é protuberância que se deseje, nem ao pior inimigo!

Porém, para os peteiros, uma penca era o apogeu da beleza e a afirmação bem evidente da cultura da mentira e, como tal, agarravam-se a este conceito como gato a bofe. Permitam-me aqui uma ressalva em relação aos narizes: Conheço algumas pessoas com narizes monumentais que, sem essas magníficas saliências perderiam toda a graça. E garanto que são muito senhoras dos seus narizes. Por vezes torcem-nos quando lhes chega a mostarda ou quando alguém mete o nariz nas suas vidas. Penso, também, que não é preciso ter um grande nariz para ficar de nariz torcido perante contrariedades. Aliás, acho que é uma reacção transversal a todos os tipos e tamanhos de narizes. Peço desculpa, mais uma vez, pelo devaneio; às vezes perco-me na prosa. Adiante.

Aquela gente era capaz de dar o pé (tive o cuidado de trocar o cu pelo pé para não ferir susceptibilidades) e oito tostões por uma peta, por muito insignificante que fosse. Aquilo era uma fé, prontos (que me perdoe aquela pessoa muito minha amiga que abomina a palavra "prontos")!

No entanto, os deuses haviam castigado aquelas pessoas ao ponto de uma das partes do seu corpo sofrer uma metamorfose instantânea, cada vez que um peteiro pregava uma peta. O membro (braço, perna, orelha, et cetera) crescia desmesuradamente e regressava rapidamente ao tamanho normal, mal o sujeito corrigisse a mentira. Excepção à regra, teriam sido as mentiras piedosas, essas parece que tinham isenção de penalização, embora sem confirmação cabal.

Convenhamos que devia ser uma situação confrangedora estar a tomar um café naquele café de esquina, ao virar da esquina, com uma pessoa amiga, ela confessar-nos, com o ar mais convencido do mundo, que naquele mês tinha conseguido um projecto de arquitectura fantástico, fora aumentada, tinham-lhe proposto uma colaboração mais estreita com o estúdio e com a secretária da administração e, imediatamente a seguir à conclusão da frase, ver-lhe a língua a crescer descontroladamente, mergulhando na chávena de café. Penso que, a ser verdade, deve ter sido uma cena muito tétrica, diga-se de passagem, seja por alto ou de leve (passe a redundância); ou ainda outro relato incrível daquela senhora que, ao subir para o 28, no Martim Moniz (que saudades!), desabafou petulante: «Se soubesse que isto ia repleto de gente, tinha trazido um dos dois carros que possuo!» Mal tinha acabado de pronunciar a rotunda peta, logo lhe começou a crescer a perna direita, atingindo tais proporções que os responsáveis da Carris (passe a publicidade) tiveram que desdobrar aquela carreira para efectuar o transporte exclusivo da perna da distinta criatura até ao seu destino...

A mentira era, por assim dizer, uma grande instituição no País das Petas e, em consequência disso, estava a empobrecê-lo a olhos vistos; era coisa que saltava aos olhos, até de olhos fechados...

Por essas e outras razões é que o ambiente político se agudizava, na medida em que o tempo ia decorrendo. Um clima dessa natureza custava os olhos da cara à economia do país e, inevitavelmente, aos seus cidadãos. Era de tal modo evidente que os debates na Assembleia Constituinte eram agitadíssimos, com constantes trocas de patranhas e, por consequência, a disformidade imperava no parlamento. Curiosamente, os narizes nunca cresciam! Vá-se lá saber porquê...

Havia até um político, cujo nome não revelo porque é chato, que era um mentiroso compulsivo. Claro que os outros políticos também eram muito aldrabões, mas este destacava-se pela sua compulsão mais manifesta para mentir. De tal maneira que se obrigava a usar babete para se resguardar da baba profusa que lhe escorria da boca. Como tinha muita lábia e, por inerência, iludia qualquer tolo, andava sempre com os lábios tão inchados que o superior, às vezes, tapava-lhe a visão, vejam bem!

Certo dia, estalou a bronca.

O Presidente, receoso de uma insurgência popular, falou ao país através da RTP (Rádio e Televisão Peteira:

«Caros concidadãos e concidadãs deste nobre país: Em reunião plenária extraordinária que terminou já de madrugada, o governo, sob os auspícios da Presidência, decidiu acabar de vez com as Petas e passar, com efeito imediato, a dizer Verdades; verdade verdadíssima!»

Foi nesse preciso instante que os telespectadores testemunharam algo diferente do habitual, no Presidente: algo a aumentar de volume. Aquilo nunca devia ter crescido em público. Na intimidade do lar, vá que não vá, agora ali, à frente de toda a gente, era uma coisa despropositada, uma afronta aos bons costumes; diria até aos direitos humanos!

Daí à sublevação popular foi um passo e um caso sério; uma autêntica balbúrdia por assim dizer; até parecia o faroeste!

Talvez, devido a esse episódio circunstancial e muito duro, nunca mais se ouviu falar nas Petas.

Apesar disso, o País sobreviveu e a aldrabice manteve-se até aos dias de hoje, graças a Deus!

SINDICATOS DOS POLÍTICOS

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O Governo da República está a estudar a hipótese, algo inédita e nunca vista - passe a redundância - , de se constituir, a médio prazo, uma grande central sindical que englobe, pelo menos, três sindicatos representativos da classe política: um frontal, outro occipital e um terceiro parietal. Este último em plano inclinado para os políticos irem, rapidamente, de carrinho.

Pensa-se que será o primeiro país da UE a debater o assunto com muita rectidão, honradez e de forma aberta, sem estigmas nem labéus.
Muito antes deste debate que, não sendo quinzenal, é de primordial importância para a vida nacional - sublinhe-se - , teria havido uma iniciativa, aprovada pela generalidade dos deputados da AR, no sentido de se recolherem assinaturas e serem criadas as condições necessárias para se formar uma associação sócio-profissional com várias tendências partidárias: a primeira para a partida, a segunda para a largada e uma terceira para a fugida. Porém, um louro (vulgo papagaio) do governo sublinha que, por enquanto, ainda está tudo em águas paradas de bacalhau (imagine-se o cheiro).

Ora, por muito contraditório que nos pareça, é claro que vai sair porcaria porque o ideal seria a coisa ter ficado em banho-maria, mas a gente já sabe, há muito, que os políticos são como as fraldas; e reparem que não sou eu que o digo, isto é consensual!
Todavia, dada a natureza do tema, ainda que por enquanto não passe de uma intenção, torna-se evidente a sua complexidade se forem revelados outros pontos em discussão. Assim, há quem defenda a regionalização, distribuindo-se, desse modo, os políticos pelo Norte, pelo Centro, pelo Sul e, naturalmente, pelas regiões autónomas. Pelas últimas, só enquanto não for submetida a escrutínio a continuidade da ligação umbilical ao "Contenente". É preciso levar a possibilidade do corte do cordão em linha de conta, mas pode ser com uma tesoura esterilizada. Agora que a Catalunha já é um estado independente e soberano, nunca se sabe. Bom, mas já me estou a afastar do assunto principal, peço desculpa, adiante.

Há, também, quem defenda acerrimamente o centralismo, advogando que fique tudo como dantes, "quartel-general em Abrantes" ou seja: Todos os políticos inscritos permanecem no Pequeno-Ocidente-Lusitano, com direito a levarem os jornais A Bola e o Correio da Manhã para a AR, para além dos habituais subsídios, tenças, abonos, alcavalas, estipêndios e outras ajudas de custo.

Há, ainda e finalmente, quem defenda com unhas e dentes uma organização com pendor mais marcial, tipo Esquerda-Direita-Opus-Dois, porém, mais pragmática e, naturalmente, mais musculada. É claro que terá de ser um organismo com os pés bem assentes no chão, com batimentos fortes e cadenciados, e de preferência em formação de ordem unida.
Contudo, outras tendências minoritárias lideradas, sobretudo, por independentes de todos os quadrantes ideológicos: partidos ou movimentos políticos, grupos religiosos e até outras vocações inconfessáveis (seria chato confessá-las aqui, como devem calcular), defendem que os políticos profissionais não são trabalhadores por conta própria, nem por conta de outrem, devendo por isso associar-se em cooperativas de produção e comércio de azeite, dado que, de uma maneira geral, são uns grandes azeiteiros!
Um dos pontos com mais enfoque ("enfoque" fica mesmo bem aqui, q'é q'acham?) nas discussões já tidas e havidas - passe a redundância - , centra-se na garantia de, para além do direito ao direito, os políticos passarem a ter direito aos: Discurso directo, indirecto, indirecto livre, de direito e redondo. Este último, só para não se tornar chato. Ademais, reivindicam menos horas de trabalho de terça a quinta e o direito a coçarem os tomates na AR. É claro que, neste particular, as mulheres podem reclamar discriminação, podendo, para o efeito, apresentar um requerimento estatutário de igualdade. No entanto tratar-se-á, apenas, de uma formalidade.

Os mentores desta iniciativa corporativista, José Onófrio Pires do Ó e Tolentino Sá de Miranda e Vasconcelos, que preferiram manter o anonimato, deputados pelos PDMC (Partido Democrático na MÓ de Cima), no governo, e PDMB (Partido Democrático na MÓ de Baixo), na oposição, respectivamente, alegam que esta tomada de posição é um "anseio de todos os políticos democratas e, sobretudo, um imperativo nacional, a bem da Nação e dos portugueses!"

PARASITAS DOS POMBOS VERSUS PARASITAS DOS POLÍTICOS DESONESTOS

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Os pombos podem abrigar uma fauna de parasitas bem conhecidos, causadores de doenças. Porém, devo acrescentar que tenho menos receio dos efeitos nocivos dos parasitas dos pombos do que dos parasitas dos políticos desonestos.

Doenças perturbadoras da qualidade de vida, tanto psíquica como física, tais como enxaquecas insuportáveis, insónias, depressões profundas e desesperança, são o resultado natural de nos fiarmos em excesso nos parasitas dos políticos desonestos. Há relatos, devidamente documentados, de casos de suicídio, nomeadamente de pessoas que perderam tudo o que investiram durante uma vida, como consequência de confiarem cegamente nos parasitas dos políticos desonestos.

E é sempre assim de quatro em quatro anos: massacram a malta com o paleio recorrente, oferecem esferográficas e aventais de plástico, a malta acredita recorrentemente na cantilena deles, e depois tudo se varre; as promessas não cumpridas e outros sofismas propagandísticos e, enfim, os habituais repertórios das campanhas eleitorais. Guardam-se num saco até à campanha seguinte e todos se desinteressam pela política. Menos os parasitas dos políticos desonestos, claro, para bem deles, é de toda a conveniência.

Digam lá se os parasitas dos pombos não são uns bichos simpáticos se comparados com os parasitas dos políticos desonestos, hã? Mas isso já estais fartinhos de saber...

AUMENTOS E REGALIAS PARA TODOS

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Finalmente, houve um grande consenso, uma coisa assim a modos muito generalizada e nunca antes vista. É claro que, nestas coisas, há sempre uma ou outra ovelha ranhosa, já é tradição. Mas adiante!

Refiro-me, precisamente, ao consenso político sobre um assunto que nos é caro: aumentos e regalias para todos. Sim, não estou a exagerar. Afinal, fez-se justiça, graças ao consenso; foi mesmo consensual, a sério!
Os políticos activos e passivos (não, não tem nada a ver com políticos homossexuais, embora admita que haja por aí um ou outro com vontade de "sair do armário") deixaram bem clara a intenção de não serem incluídos neste projecto:

"O nosso objectivo é trabalhar para o bem-estar geral; basta de lazer e ociosidade, nós somos do povo que diabo!
Portanto, por razões éticas e, obviamente, uma grande dose de consciência profissional, entendemos não dever beneficiar destas medidas, agora prodigalizadas a toda a população, dado que, como deputados, até aqui, estávamos isentos de um terço do nosso salário em IRS e reformavamo-nos com 100 por cento enquanto a população trabalhadora se reforma com 80 por cento na melhor das hipóteses. Ora, o que pretendemos é inverter a situação; haja alguma equidade, valha-nos Deus!" - declarou um dos autores desta proposta de Lei aprovada pela maioria e finalmente promulgada com grande objecção por Sua Excelência o Senhor Presidente da República (uma das ovelhas ranhosas). Porém, não sem que antes tivesse sido sujeita ao parecer do Tribunal Constitucional, por algumas normas suscitarem fortes reservas ao mais alto Magistrado da Nação.
Tornado público, o plano de aumentar a população juntamente com outras regalias, os protestos não se fizeram esperar, tendo-se, inclusivamente, organizado uma grande manifestação nacional de desagrado, exigindo que os políticos não fiquem de fora das novas políticas de aumento geral e outras regalias. "Para deputado igual, salário igual!" - Lia-se num dos muitos cartazes.
O Chefe de Estado, figura habitualmente dada a poucas falas, pois não gosta de se comprometer, mesmo assim não deixou de manifestar o seu desacordo, lembrando o que está escrito na Constituição:

"Todos somos iguais perante a Lei. Portanto, não faz sentido que os políticos passem a ganhar uma miséria enquanto o nível de vida da população vai subir a olhos vistos. Bem me basta a parca reforma que não vai dar para as despesas e ainda querem cortar mais?!"
Também as organizações representativas dos magistrados, juízes e similares reagiram desfavoravelmente às novas medidas por as presumirem excessivas. De tal modo que se poderão repercutir nas suas já degradadas condições de vida. Medidas que só servem para agravar as assimetrias sociais:

"Respeitamos a vontade dos políticos, mas é injusto que rejeitem as mordomias a que têm direito! Pelo andar da carruagem, qualquer dia tiram-nos também os carros oficiais, motoristas, viagens em executivo, cartões de crédito e demais regalias e depois o que é que sobra? Ora, se a actual situação económica é de relativo desafogo, a crise ficou para trás, os cofres até estão cheios e nós, por acaso, até nem vivemos na Grécia, por alminha de quem, é que os políticos em geral e a gente em particular, tem que se ver grega face aos enormes aumentos e regalias que se adivinham para a população?" 

"Só seremos incluídos no pacote de medidas à força!" - exclamou um dos políticos subscritores do projecto, por acaso deputado na Assembleia da República, enquanto outro, por acaso ex-deputado, completava: "O objectivo desta lei é , afinal, tão só trabalhar para o bem estar geral. Iremos até às últimas consequências; inclusive despiremos a nossa roupa interior, in extremis, pelo povo!"
Nos últimos dias, alguns políticos mais sensíveis à onda de indignação geral, temendo uma sublevação popular, admitiram revogar a sua deliberação e levar a discussão desta lei tão polémica, novamente ao Parlamento. Entre os subscritores desta ideia encontra-se um político muito famoso, conhecido pelas suas decisões irrevogáveis. No entanto outros políticos, incluindo, naturalmente, deputados, pretendem alterar a lei, porque pensam que as medidas de austeridade deviam ser mais severas, dado que as que estão em vigor não lhes permitem pagar bens de consumo a preços mais elevados. No fundo, à semelhança dos que são praticados para a população. A título de exemplo, realce para os preços da alimentação, nomeadamente os aplicados no bar/restaurante da AR, onde uma lagosta suada fica ao preço de um bitoque, o que é escandaloso, diga-se de passagem!

"É claro que é impossível travar a descida de preços que se avizinha, mas nós, como deputados da Nação, democratas e com grande sentido patriótico, podemos e temos o dever moral de usar as regalias e imunidades que nos têm sido atribuídas, de forma injusta, aliás, para começarmos a pagar tudo mais caro!" - afirmou um dos defensores mais acérrimos desta lei.
Quem não se conforma com as brutais medidas de austeridade que se vislumbram para os políticos em geral e deputados em particular, é a população. O porta-voz de um movimento de cidadãos, indignados com esta lei tão penalizadora (movimento ainda sem sigla), condenou-a nos seguintes termos:

"Jamais alimentaremos este tipo de veleidades! Connosco não vão morrer à fome! Político, amigo, o povo está contigo!"

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