Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A TORTO E A DIREITO

UM BLOGUE SEM PÉS NEM CABEÇA, A TRECHOS LÚCIDO, CONTUDO, TRANSLÚCIDO...MODÉSTIA À PARTE

A TORTO E A DIREITO

UM BLOGUE SEM PÉS NEM CABEÇA, A TRECHOS LÚCIDO, CONTUDO, TRANSLÚCIDO...MODÉSTIA À PARTE

AINDA SOBRE A CRISE DA VELHICE E OUTRAS COISAS CHATAS DA IDADE

a velhice3.jpg

Nota breve: Há tempos, tinha escrito alguma coisa relacionada com o assunto em epígrafe, até como homenagem póstuma a uma pessoa que me era muito querida. Todavia, o que se segue a esta nota tinha-o deixado em jeito de comentário no blogue da Maria quando ela sugeriu, simpaticamente, que isto podia dar um artigo. Assim, com algumas alterações e algum excesso de auto-estima à mistura, aqui fica a transcrição, agradecendo o estímulo da minha "colega" bloguista; e, a talhe de foice, o meu pedido de desculpas às pessoas que fazem o sacrifício de passar por aqui, por repisar o tema.

 

O enorme problema (ou mais um dos muitos problemas que inventámos) é o de vivermos num mundo que cultiva (alimenta) a apologia da eterna juventude. A coisa vai-se tornando mais difícil de suportar, na medida em que nos confrontamos com o espelho, ano após ano, naturalmente. Pelo menos, enquanto não descobrirem o "elixir da juventude eterna".
Numa sociedade que privilegia o supérfluo, a valorização descomedida da juventude acaba por criar uma espécie de estigma da velhice. Não sei se o papel dos velhos é tão subestimado noutros lugares, mas, por cá, existe e persiste o sentimento generalizado de que os idosos já não têm nada para dar à sociedade; são uns chatos esclerosados e, por conseguinte, uns atrasos de vida, é uma ideia que tem atravessado gerações (dava pano para mangas, este assunto). 
"Lugar aos novos" é uma expressão muito enraizada em algumas culturas, nomeadamente na nossa, que reflecte bem o que afirmei. 
Todos passámos, passamos ou passaremos por crises. Fazem parte dos nossos conflitos interiores e vão surgindo ao longo das nossas vidas. Ninguém lhes é isento e têm mil causas. Acredito que se acentuam com os anos e que, consoante a nossa resiliência mental, minimizá-las seja uma luta constante.

Contudo, continuo a não acreditar no "envelhecimento com alegria"; é uma tanga. É claro que discutir estes estados de espírito não os torna assuntos do dia, nem me tiram o sono; por agora.


Há quem diga que, na essência, as nossas crises são crises de valores, tais como tradição, crenças, normas de conduta social; enfim, coisas inventadas pelo homem para que todos andemos muito certinhos e com as contas em dia com "Deus". Ou, por outras palavras, para que o processo de participação numa sociedade "pacífica" filtre indivíduos pouco cordatos, dada a sua resistência ao status quo e, assim, gere sujeitos mansos...

Na minha modesta opinião, julgo que as crises da humanidade vão muito para além de todas as normas e juízos: são profundamente existenciais; são reflexos dos nossos medos e da nossa constante perseguição da imortalidade ou, pelo menos, a pena desmedida de não podermos regressar ao útero materno. O tempo é cruel, como dizia alguém, não sei quem... 

A CRISE DA VELHICE, A BUSCA DA IMORTALIDADE E A EFEMERIDADE DA VIDA

a velhice.jpg

Uma das maiores obsessões que inventámos e de que padecemos nesta estranha sociedade, é a de vivermos num mundo em que a apologia patológica da pulcritude, associada à procura da juventude eterna, dita regras e tendências.

Paradigma desse louvor à beleza e aos novos é a constante procura de elixires e unguentos 'milagrosos' com que somos constantemente assediados, através da divulgação publicitária, e que vendem, obviamente, muito bem.
Numa sociedade que privilegia esta espécie de hedonismo, a sobrevalorização da juventude acaba por criar uma espécie de estigma da velhice.
Não sei qual é o lugar dos velhos em algumas culturas ditas avançadas mas, neste "jardim à beira-mar plantado", há um sentimento generalizado de que os idosos já não têm nada para dar à sociedade; pelo contrário, só dão trabalho e despesas. Daí não serem estranhas para nós, portugueses, notícias que dão conta da existência actual de milhares de camas nos hospitais do Estado, ocupadas por idosos abandonados pelas famílias. É uma disposição nada afectiva que tem percorrido várias gerações (dava pano para mangas, este assunto) e não me parece que vá mudar.
De certo modo a frase "Lugar aos novos", expressão muito enraizada cá no burgo, reflecte bem o que afirmei.
Passámos, passamos e passaremos por crises existenciais. Fazem parte do decurso do envelhecimento e induzem-nos medos como, por exemplo, não viver o suficiente para ver os nossos filhos e netos terem sucesso na vida ou não termos tempo de materializar este ou aquele projecto importante. Penso que são receios difíceis de evitar, por muito que queiramos que não nos incomodem, e vão surgindo à medida em que sentimos que já não nos sobram muitos anos até ao "juízo final".
Embora ignore idiotices como "envelhecer é um privilégio e um presente (não sei de quem)" ou "envelhecer com alegria é uma arte", reconheço que há velhices chatas c'mo caraças. Resistir, assim, ao envelhecimento, gera sofrimento, às vezes insuportável, tanto nos sujeitos, como em quem convive com eles. Na verdade, não me cabe, aqui, sugerir um meio termo; nem sei se existe uma solução equilibrada para a forma como devemos encarar o fim dos nossos dias.
O que é certo é que os efeitos, mais ou menos acentuados, da passagem do tempo, são o resultado natural do processo degenerativo e não há remédios milagrosos que possam obviar o que é inevitável, é a lei da vida (e da morte). Pelo menos, enquanto não for descoberto o tal "elixir da juventude eterna", uma espécie de Santo Graal da imortalidade.
Na minha modesta opinião, que é a opinião de um leigo na matéria, julgo que as crises existenciais são reflexos dos nossos medos e da nossa constante perseguição da eternidade. São crises que fazem parte da nossa existência e que se agudizam com o aproximar do inverno da vida.
Quando morremos, os que nos sobrevivem comentam, quase invariavelmente, que houve circunstâncias em que não valeu a pena tanto desassossego. Tudo acaba um dia e ponto. Só que, enquanto seres vivos, desvalorizamos isso porque não temos a noção da precariedade da nossa condição e do quanto nos poderíamos ter aproveitado desse facto transitório. Não consideramos isso importante e assim perdemos a oportunidade de tirar proveito de cada fragmento dessa fugaz passagem por este mundo, adiando coisas que nos poderiam ter feito felizes e aos que amamos, apesar do seu carácter efémero. Não percebemos como a nossa existência é frágil, sendo sujeita a agentes imponderáveis, e continuamos a protelar até que, num simples estalar de dedos, ela se vai, passageira, para outro lugar...
Em memória do José Francisco, definitivamente ausente deste mundo. Ironicamente em vésperas de um reencontro, após quase vinte anos longe da vista e do coração.
Disse-lhe, algumas vezes, para vir ver a sua mãe, antes que ela morresse, e o palerma andou a adiar a vinda, até que um estupor de um AVC lhe fodeu os planos. Puta de vida de merda, mais as suas imprevisibilidades!
Até sempre, Zé! Se o infinito for o nosso destino...

 

MANIFESTO CONTRA A EVITERNA CRISE

manifesto contra a eviterna crise.jpg

Caros amigos, soou a hora de esbanjar!

A crise é um sofisma colossal, acreditem, há muita massa para gastar! 

Diz-se que é das crises que se devem tirar grandes lições e ilações da História e bate-se exaustivamente na tecla gasta de que se devem evitar os erros do passado, et cetera. Uma tanga! Depois há aqueles idealistas românticos a debaterem e a subscreverem ideias estravagantes como, por exemplo, o "redesenho" da arquitectura financeira internacional e outras baboseiras. Mas o que é isso? Estão todos doidos ou quê?! A Banca é que manda nisto, seus morcões! Enganem lá os pobrezinhos! Esses, sim, sempre viveram em crise! Deixá-los, nasceram miseráveis, vão continuar miseráveis e sê-lo-ão até morrerem, coitados! Temos muita pena, mas a equidade social não chega para todos!

Agora, nós não que diabo! Há dinheiro a rodos, ouro aos montes e riqueza "até vir a mulher da fava rica"!  Urge derreter tudo aqui antes que nos roubem! Ou então investir nas Ilhas Falkland, Malvinas, Antígua e Barbuda, Barbado, Seychelles, Trinidad e tantos outros lugares onde as nossas poupanças triplicam em menos de um farelo...
Juntemo-nos, pois, porque a união faz a força e assim poderemos vencer os pindéricos que invejam o que ganhámos com o suor do rosto alheio.

Unidos, venceremos, unidos venceremos!

Abaixo o porco do mealheiro, o colchão, o pé de meia, o porta moedas, a conta a prazo, o aforro, o pequeno crédito e todos os instrumentos próprios dos pobretanas endividados, essas aves raras que nunca passaram da cepa torta!
Apelo para que algumas palavras existentes no nosso léxico deixem de ser pronunciadas por gente da nossa linhagem, pois não têm sentido prático. Palavras como subsídio, tença, abono, estipêndio, pensão, pré, mesada, alcavala, entre outras de que não me lembro, são palavras infelizes e redutoras porque todas estabelecem um limite para o que se gasta e, como tal, são um absurdo! E, meus caros amigos, o dinheiro é como o amor e as azeitonas: nunca é suficiente. Muito embora não devamos exagerar nas azeitonas porque são muito reimosas e, por conseguinte, um veneno para quem sofre de hemorroidal.
Em conclusão, o que queremos, afinal de contas, é continuar a poder gastar à vontade, sem limites, sem as travancas próprias dos tesos, dos lisos, dos falidos, dos secos, dos sem cheta; abaixo essa gente reles! Não tem onde cair morta, gentinha desgraçada!
Vivam a fartura à fartazana - passe a redundância, mas fica bem aqui - , a opulência, a ostentação, o favorecimento, a evasão fiscal, o suborno, a fraude, a luxúria, o esbanjamento, os paraísos fiscais e tudo aquilo que tenha a doce fragrância da ilicitude!
Vivam os perdulários, os gastadores e todos os que derretem dinheiro a rodos sem remorsos e com alarde!
Viva a (in)saciedade de consumo! Esbanjar é vital até à falência final (dos outros porque a gente safa-se sempre)!
Viva eu que sou um teso do caralho (belo trocadilho!) e estou para aqui a escrever disparates! Tens é dor de cotovelo, é o que é! Diz lá se não gostavas de ser rico, à custa dos parvos, hum? A inveja é muito feia, sabes?

COMBATER A CRISE COM ESFORÇO REDUZIDO

Acabados de retornar ao calendário lectivo (bem haja, senhor ministro da deseducação!) e ao recarregar de baterias, conquanto o discurso do 5 de Outubro do senhor Presidente da República tenha sido um discurso tíbio e cheio de maus agoiros - já não se pode contar com o homem, porra, aquilo é prenúncio de Alzheimer! - , aqui deixo o meu hino ou se quiserem o meu grito de tocar a reunir ou melhor, o meu toque (não é rectal, tenham lá calma!).
Diz-se que a crise económica é a culpada da actual conjuntura sócio-política ou político-social, tanto faz. São as desculpas recorrentes que vamos ouvindo e lendo ao longo dos anos; ou elas não fossem recorrentes! Talvez exista aqui algum fundamento se pensarmos que, excluindo a crise dos outros, já cá existia uma há uma porrada de séculos.
A primeira situação de crise parece ter despontado no inicio da nossa fundação, quando os interesses do governo de Dona Teresa de Leão e os de seu filho Afonso Henriques entraram em colisão e resolveram a coisa à estalada. Situações destas entre uma mãe e um filho não são nada simpáticas e pior, foram um mau presságio para o que viria depois. O resultado é isto, passados quase novecentos anos de história.
Mas, regressando ao assunto sobre o qual me propus escrever, penso que não se pode continuar a baixar os braços e confiar cegamente no poder Divino. O Senhor nem sempre está virado para aí ou seja, Ele é omnisciente e omnipotente, mas nem sempre é omnipresente. Portanto, não exageremos nas nossas reivindicações; temos que dar uma ajudinha, ser autónomos que diabo! Peço desculpa por misturar o profano com o sagrado, mas aqui até fica bem.
Há novos caminhos a percorrer. Se estiverem cheios de balsas, alguém tem que os desbravar. Afinal onde pára o engenho dos portugueses e o tão afamado espírito do desenrasca (não confundir com "geração rasca", expressão inventada pelo "senhor Silva")?
Por isso, este meu texto é o culminar de uma reflexão muito profunda e muito séria acerca da problemática da crise e penso que um contributo para ajudar a combatê-la. A bem da Nação, evidentemente.
Assim, para vencer a crise, é vital que ataquemos a coisa de frente três vezes sem tirar (há quem a ataque por trás; é tudo uma questão de perspectiva):

 

TECNOLOGIA DE PONTA

- Temos as horas de ponta, a ponta de Sagres, a ponta sobre o Tejo, a ponta Vasco da Gama, alguns fins de semana com pontas, a faca de ponta e mola, com ponta, sem ponta, mas, indubitavelmente, falta-nos uma verdadeira tecnologia de ponta e uma tecnologia tão sofisticada não se adquire assim do pai para a mãe. No entanto, não vale a pena pensar que somos impotentes perante a falta de ponta. Com um pequeno esforço, talvez possamos ir a tempo de arranjar alguma ponta, enfim, a suficiente para termos um final feliz. Faz-se o que se pode e a mais não se é obrigado, n'é verdade? Vamos apontar, então, para uma verdadeira tecnologia de ponta. Não somos melhores nem piores que aqueles que não descortinam a ponta dum corno quando nos apontam o dedo como os maiores esbanjadores de fundos europeus.

Um ponta pé no cu e vão para a ponta que os pariu!

 

MEDIDAS INTERNAS

- Para além da ponta, há que adoptar medidas internas urgentes, entre as quais destaco a importância da confiança na palavra dos políticos. Temos que acabar com essa noção errada, adquirida ao longo das últimas décadas, de que confiarmos os nossos destinos a essa distinta classe é o mesmo que aceitarmos cheques sem sabermos se têm provisão. Temos o dever patriótico de lhes dar mais uma oportunidade. Demo-lhes, então, mais uma entre as centenas que já lhes demos e não será por aí que o gato vai às filhós.
Outra falsa noção sobre a insalubridade que se instalou nas nossas rotinas e que contribuiu substancialmente para o nosso défice, é o hábito de tomar banho todos os dias. Temos de reintroduzir o ancestral costume do banho semanal, com tendência gradual para o banho anal...perdão, anual.
Razão tinham os nossos avós quando afirmavam que lavagens frequentes causavam catarro e secavam a pele. Poupa-se água, gás e luz e diminui o preço da carne de porco.
Penso que outra medida interessante seria limpar o sarampo a 60 por cento dos velhinhos reformados que só dão é despesas. Como? - Devem-se estar a perguntar. Pois, não apontem para mim porque também não sei qual o melhor método. Posso dar umas sugestões, baseado no trabalho que está a ser feito pelo governo, só isso. 
Como sabem, há um sujeito que tutela a falta de saúde que deu um passo importante no sentido de ficarmos mais aliviados de velhinhos. O senhor corta, a torto e a direito, pensando que está a gerir um banco. Não se pode exigir a um contador de notas que seja cirurgião (não sei quem foi o filósofo que inventou esta máxima).

 

EXPORTAÇÕES

- Continuamos concentrados nas exportações de vinho do Porto, vinho de mesa, azeite, rolhas de cortiça, calçado, papel higiénico Renova, panelas de pressão Silampos (passe a publicidade) e pouco mais. Temos fortes potencialidades para alargar o âmbito das mesmas a outros sectores da actividade económica, por forma a que, finalmente, possamos equilibrar a nossa balança de pagamentos e reduzir o nosso défice.
Destaco algumas ideias que me parecem pertinentes:
Chá, tapetes de Arraiolos e gatos para a Pérsia; Casas e rosas para o Butão; Milho para o Peru; Pescada para o Chile; Patos para a Patagónia, Rissóis para os Camarões; Negócios para a China; Cavaco e Maria para o Vaticano; Lâminas para Barbados; Malte para a Malta; Solas para o Ceilão, et cetera.
Se houver vontade política e capacidade empreendedora, é só negociar com os candidatos a importadores das nossas matérias, pois não nos faltam produtos para exportação.

E pronto. Penso que estas sugestões que aqui deixo para tentar minorar a crise devem ser objecto de um estudo muito sério por parte de quem de direito, seja ele administrativo, canónico, civil, comercial, comunitário, fiscal, internacional, penal/criminal, público, de autor e afins.

Oxalá esta minha dica seja uma indicação útil e proveitosa - passe a redundância.

A CRISE ESTÁ ESGOTADA!

a crise está esgotada.jpg

Após uma reunião extraordinária do conselho de ministros, chegou-se à conclusão geral e consensual de que a crise era brutal, mas não era inesgotável. Talvez se tivesse abusado um pouco, mas foi tudo feito com muita transparência e dentro da legalidade democrática!

Claro que houve um ou outro ministro mais afoito que exigiu que se apurassem responsabilidades. Todavia, não passou de um desabafo circunstancial e os desabafos circunstanciais valem o que valem, graças a Deus. Até houve alguém que lhes disse energicamente para se calarem, pelo que recebeu bastantes aplausos da maioria dos presentes.

Um dos ministros lamentou que, de uma forma ou outra, se tenha contribuído para a delapidação da crise, quando o pensamento da maioria era de que havia abastecimento para muito tempo e que até dava para exportar o excedente para a Grécia que bem precisada estava...

Isto, para além da imprevidência de nunca se ter segurado a crise contra danos próprios. É uma falha irrevogável e, como tal, imperdoável para qualquer crise. Venha ela de onde vier!
"Irrevogável" foi um termo muito badalado por quase todos os presentes, acérrimos promotores da crise, que afirmaram ter gasto acima das suas possibilidades.
Por enquanto não foi emitido qualquer comunicado oficial sobre esta reunião, ficando no ar a grande questão: o que é que vai acontecer quando se confirmar que as reservas da crise estão esgotadas. Já há quem especule, nomeadamente os soalheiros do costume que, feitas as contas, vamos ter que apertar mais os cintos. São tão parvos, valha-lhes Deus!...

Mais sobre mim

foto do autor

NOTA MUITO IMPORTANTE

O AUTOR DESTE BLOGUE ESTÁ-SE A MARIMBAR PARA O ACORDO ORTOGRÁFICO!

ESPREITADELAS

hitwebcounter

FLORES DE MAIO

Mensagens

JAZZ COM BIFANAS

O SEU A SEU DONO

Se, neste blogue, houver lugar à existência de qualquer violação de direitos de autores de obras intelectuais, agradeço que me contactem através de joaoratao1@sapo.pt (ou aqui), por forma a poder corrigir a situação. Obrigado.

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D

Calendário

Dezembro 2019

D S T Q Q S S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
293031

Comentários recentes

  • Anónimo

    Bocage in "O Bordel Português"Saudações cordiais

  • Anónimo

    Faz-nos pensar que, aqui e ali, ainda se vão encon...

  • Anónimo

    Faz lembrar essa grande quadra de autor desconheci...

  • Anónimo

    Eu ia dizer - que f.... da ..... de texto tão rico...

  • João Ratão

    Pois, com certeza, nem refuto!

subscrever feeds

Pesquisar