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A TORTO E A DIREITO

UM BLOGUE SEM PÉS NEM CABEÇA, A TRECHOS LÚCIDO, CONTUDO, TRANSLÚCIDO...MODÉSTIA À PARTE

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COLETES AMARELOS

coletes amarelos.jpg

Depois da manifestação da última sexta-feira, pouco posso acrescentar à falta de êxito dos protestos dos "coletes amarelos" cá do burgo.

A organização  prometeu parar Portugal, mas, à primeira vista (ou à vista desarmada), a montanha das redes sociais parece ter parido um rato. O porquê de ter acontecido tal fenómeno, é algo que prometo desenvolver em exclusivo, o mais tardar, no ano que vem...
A fraca adesão à convocação motivou o aparecimento óbvio das piadas do costume na Internet; lá nisso somos pródigos. Apareceram fotografias e comentários carregados de ironia nas rede sociais, como era expectável. A bem dizer, o pessoal até teve muita razão para vir com estes motejos para a praça pública porque alguns "coletes amarelos" excederam-se nas reivindicações. Cito alguns exemplos:
Do "senhor Silva" que exigia que lhe fosse paga uma pensão mais ajustada ao seu estatuto de ex-alta figura do Estado, dado o enorme contributo que deu ao longo de trinta anos de carreira política em prol do superior interesse nacional; do senhor Ricardo Salgado que achava injusta a pensão de reforma de 11.500 euros que aufere actualmente (sob consulta), afirmando, peremptório, que não precisa de esmolas, dado que já tem confortáveis contas bancárias nas Ilhas Caimão, Bahamas, Ilhas Virgens Britânicas, et cetera (alegadamente); do senhor Oliveira e Costa que exige que os 12 anos de prisão a que foi condenado (na teoria) lhe sejam descontados para efeitos de reforma; do senhor Dias Loureiro que continua a exigir um pedido de desculpas, formal, por um processo-crime, há muito arquivado pelo Ministério Público, no qual era suspeito de burlar o BPN. Se tem culpas no cartório, jamais se saberá porque a culpa morre sempre solteira ou, então, parafraseando alguém, não sei quem: "A culpa sobra sempre para a mulher a dias". Finalmente que dizer do "emplastro" que continua a insistir que o "senhor Silva" é o pai dele? Valha-lhe Deus!
Mais uma vez, um Natal porreiro e um ano novo cheio de propriedades!

NATAL FELIZ OU FELIZ NATAL, CONFORME MAIS GOSTAREM

natal feliz2.jpg

Gelukkige Kersfees; Gëzuar Krishtlindjet; Frohe Weihnachten!; ደስተኛ የገና; عيد ميلاد سعيد; Շնորհավոր Սուրբ Ծնունդ; Xoşbəxt çılpaq; Gabonetako zoriontsua; শুভ বড়দিন; З Калядамі; ပျော်ရွှင်ဖွယ်ရာခရစ္စမတ်; Srećan Božić; Честит Коледа; ಹ್ಯಾಪಿ ಕ್ರಿಸ್ಮಸ್; Feliç Nadal; Бақытты Рождество; Happy christmas; Veselé Vánoce; Krisimasi yosangalala; 圣诞节快乐; 聖誕節快樂; සුභ නත්තලක්; 해피 크리스마스; Felice, Natale; Ala bon sa bon Nwèl; Sretan Božić; Xwezî pîroz; God jul; Veselé Vianoce; Vesel božič; Feliz Navidad; Feliĉa christmas; Õnnelik jõulud; Maligayang pasko; Hyvää joulua; Joyeux noel; Beannaichte na Nollaige; Feliz Nadal; Nadolig da; ბედნიერი შობა>>; Happy Χριστούγεννα; હેપી નાતાલ; Happy Kirsimeti; Hauʻoli ka Mele Kalikimaka; חג שמח; हैप्पी क्रिसमस; Zoo siab Christmas; Fijne kerst; Boldog karácsonyt; Obi ụtọ na-atọ ụtọ; Selamat Natal; Keresimesi Ndunú; Nollaig Shona; Gleðileg jól; Buon Natale; ハッピークリスマス; Sugeng Natal; រីករាយថ្ងៃណូអែល; Laimīgi Ziemassvētki; Laimingas Kalėdos; Glécklech Chrëschtdag; Среќен Божиќ; ക്രിസ്തുമസ് ആശംസകൾ; Selamat Krismas; Merħba tal-Milied; Kirihimete Kirihimete; ख्रिसमस शुभेच्छा; Аз жаргалтай Зул сар; शुभ क्रिसमस; مبارک کریسټ; کریسمس مبارک; Wesołych Świąt; ਨੇਟਲ ਫਲੀਜ਼; Наталь Фелиз; Натал Фелиз; نالو فيلڊ; Glad jul; สุขสันต์วันคริสต์มาส; Хушбахт Хушбахт; சந்தோஷமாக கிறிஸ்துமஸ்; హ్యాపీ క్రిస్మస్; Mutlu noeller; Щасливий Різдво; مبارک ہو کرسمس; Baxtli Rojdestvo; Chúc mừng giáng sinh; Kristmas e vuyayo; I-christmas ejabulisayo, segundo o tradutor da Google que eu, de línguas, pesco zero.

Gelukkige Kersfees; Gëzuar Krishtlindjet; Frohe Weihnachten!; ደስተኛ የገና; عيد ميلاد سعيد; Շնորհավոր Սուրբ Ծնունդ; Xoşbəxt çılpaq; Gabonetako zoriontsua; শুভ বড়দিন; З Калядамі; ပျော်ရွှင်ဖွယ်ရာခရစ္စမတ်; Srećan Božić; Честит Коледа; ಹ್ಯಾಪಿ ಕ್ರಿಸ್ಮಸ್; Feliç Nadal; Бақытты Рождество; Happy christmas; Veselé Vánoce; Krisimasi yosangalala; 圣诞节快乐; 聖誕節快樂; සුභ නත්තලක්; 해피 크리스마스; Felice, Natale; Ala bon sa bon Nwèl; Sretan Božić; Xwezî pîroz; God jul; Veselé Vianoce; Vesel božič; Feliz Navidad; Feliĉa christmas; Õnnelik jõulud; Maligayang pasko; Hyvää joulua; Joyeux noel; Beannaichte na Nollaige; Feliz Nadal; Nadolig da; ბედნიერი შობა>>; Happy Χριστούγεννα; હેપી નાતાલ; Happy Kirsimeti; Hauʻoli ka Mele Kalikimaka; חג שמח; हैप्पी क्रिसमस; Zoo siab Christmas; Fijne kerst; Boldog karácsonyt; Obi ụtọ na-atọ ụtọ; Selamat Natal; Keresimesi Ndunú; Nollaig Shona; Gleðileg jól; Buon Natale; ハッピークリスマス; Sugeng Natal; រីករាយថ្ងៃណូអែល; Laimīgi Ziemassvētki; Laimingas Kalėdos; Glécklech Chrëschtdag; Среќен Божиќ; ക്രിസ്തുമസ് ആശംസകൾ; Selamat Krismas; Merħba tal-Milied; Kirihimete Kirihimete; ख्रिसमस शुभेच्छा; Аз жаргалтай Зул сар; शुभ क्रिसमस; مبارک کریسټ; کریسمس مبارک; Wesołych Świąt; ਨੇਟਲ ਫਲੀਜ਼; Наталь Фелиз; Натал Фелиз; نالو فيلڊ; Glad jul; สุขสันต์วันคริสต์มาส; Хушбахт Хушбахт; சந்தோஷமாக கிறிஸ்துமஸ்; హ్యాపీ క్రిస్మస్; Mutlu noeller; Щасливий Різдво; مبارک ہو کرسمس; Baxtli Rojdestvo; Chúc mừng giáng sinh; Kristmas e vuyayo; I-christmas ejabulisayo, segundo o tradutor da Google que eu, de línguas, pesco zero.

P.S.: Se deixei cair algumas línguas, nomeadamente línguas mortas ou línguas da sogra, esclareço, desde já, que a culpa é do Google.

 

P.S.: Se deixei cair algumas línguas, nomeadamente línguas mortas ou línguas da sogra, esclareço, desde já, que a culpa é do Google.

CONSULTÓRIO SENTIMENTAL DA EQUIPA DA REDACÇÃO

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NPL: «Olá a todos. Escrevo esta cartinha em tom de desabafo porque não suporto mais esta situação ambígua; é só por isso e não é pouco! Passo a explicar:

No início do nosso casamento corria tudo às mil maravilhas e agora a minha vida ficou de pernas para o ar porque sinto que ele me está a passar a perna.

Instalámo-nos na nossa zona de conforto sem grande dificuldade, não tendo sido necessária, por isso, a ajuda dos papás. O meu marido, embora nunca tivesse recebido um Prémio Pulitzer, era um distinto jornalista. Não ganhava por aí além, mas dava para nos sustentar e havia muito amor. Além disso, o Eládio cumpria exemplarmente com as suas obrigações conjugais e, se necessário fosse, até se superava. Só que, desde há um tempo para cá, passou a trazer a secretária para casa ao fim do dia e faz-me passar vergonhas, sei lá; até parece que mudou de personalidade. Suspeito que já não é o meu Eládio, que mora naquele corpo, credo!

A vizinhança cochicha, e com razão, porque é todos os dias a mesma barulheira a subir e a descer as escadas; já para não falar nas paredes todas esmurradas! Inclusive, a dona Isaltina do rés do chão já me disse que ia fazer queixa à polícia se a pouca vergonha continuasse e não vejo jeito de a parar.

Também sei, por portas e travessas, que o chefe da redacção desconfia que o Eládio anda com a sua secretária. Até a mamã, que não gosta de meter a colher, já jurou a pé firme (a mamã desfez-se do outro que era muito chato) que nunca mais põe o pé cá em casa. "Nem ao pé coxinho!" - garante e insiste, batendo o pé sem o arredar. Pela minha parte tenho tido uma paciência de Job, mas começo a perdê-la!...

Até há noites em que o Eládio chega ao cúmulo de trazer a secretária para a cama e dorme abraçado a ela com uma perna às costas; é inacreditável! Olhem, só visto! O que mais me choca é que fico sem reacção, feita parva, a assistir. Está bem que a cama é daquelas larguíssimas e, por conseguinte, dá para os três, mas não deixa de ser esquisito!

Não sei o que hei-de fazer; estou completamente desesperada! Todavia, os meus amigos dizem-me que nem sequer é razão para divórcio, imaginem! No entanto, gostava de saber a vossa opinião.

Em abono da verdade, posso adiantar que a secretária até nem tem um volume por aí além: tem a estrutura em ferro, tampo em fórmica, duas gavetas em cada lado e pesa aproximadamente sessenta quilos mas, mesmo assim, é uma situação desconfortável. Por favor, ajudem-me!»

Natércia Pá Lopes

 

ER: «Muito fácil, Pá! Já que a cama é grande, seja ciosa e meta lá uma cadeira giratória com rodas e um desktop, só para fazer ferruncho ao Eládio!»

 

 

GFDP: «Bom dia. Não fossem vocês e a quem é que me havia de dirigir, valha-me Deus?!

Estou muito aborrecido e o caso não é para menos porque, caso contrário, não o encararia como um caso sério e garanto-vos que não foi um caso ao acaso. Em todo o caso, como não tinha mais ninguém a quem recorrer, lembrei-me de vocês por mero acaso. Então, aqui vai o caso:

Costumo passar férias em Armação de Pêra. Aliás, uma praia e peras, embora não goste de Armação de Pêra e também não vem ao caso. Em todo o caso, gostando ou desgostando de Armação de Pêra, trata-se de um caso de consciência porque, caso contrário, não era caso para recorrer aos vossos conselhos muito sensatos e prudentes (passe a redundância).

No fundo, a razão deste meu apelo não se prende com o facto de gostar ou desgostar de Armação de Pêra, como referi a despropósito. Com efeito, o caso é sério porque a minha esposa, que por acaso é espanhola (podia não ser, mas é), embirra solenemente com o topless. Ao contrário de mim que adoro ir à praia só para ver as mamas...perdão, manas de fora. As manas de fora são duas morenaças de estalo. Adoro vê-las aos saltinhos à beira-mar, fugindo graciosamente das ondas. São tão airosas e delicadas! A minha senhora é que teima comigo que aquello es una vergüenza y que nació en Santiago de Compostela y que yo quiero mucho libertinaje, et cetera.

Dígame, por favor, qué he de hacer para hacerla cambiar de opinión y ahora me expliquen el significado de la palabra "libertinaje", gracias!»

Gervásio Flores Dias Pires

 

ER: «Mira, Flores, en primer lugar, estamos en duda si tú estás pidiendo nuestro apoyo o el apoyo de Dios, porque entras aquí en contradicción. De todos modos te damos una respuesta porque no estamos aquí para nada más y es una pena que tu esposa no le guste el topless, porque nos encanta el topless. Pero tiene fe y esperanza y insiste con ella que no hay nada más hermoso y inocente que mirar unas hermanitas bonitas sacudiendo al viento. En cuanto al significado de "libertinaje", es un concepto muy debochado, pero bosch es bueno (pase la publicidad)!

DETESTO O NATAL, PRONTO, Q'É QUE QUEREM?!

odeio o natal1.jpg

Eis alguns motivos, pelos quais "O" detesto tanto:

1 - Troca de prendas obrigatória porque é "tradição". Normalmente pechisbeques cujo destino é o caixote do lixo ou, então, ficam reservados para uma próxima "oferta" a uma pessoa por quem se tem uma "estima" desmedida. Quem nunca se sentiu tão "estimado(a)", atire a primeira pedra!

2 - Abraços e beijinhos forçados; parece mal não dar. Contudo, preferia dispensá-los só para não ter de suportar pessoas afectadas.

3 - Sorrisos "indispensáveis" (vulgo sorrisos de circunstância ou amarelos que vêm na sequência da alínea anterior)

4 - Um calor do caraças por causa do excesso de gente; os espaços das casas são cada vez mais exíguos e, por conseguinte, mais apertados. Está certo que no Inverno o calor humano até sabe bem, mas não exageremos, n'é?

5 - A treta recorrente e angustiante do Pai Natal (normalmente é um pai, um avô ou um tio, que se travestem daquela figura ridícula e dolosa) que persiste na técnica de enganar os putos com uma estúpida e irritante interjeição: "Oh Oh Oh!". Por amor da santa, já não há pachorra!

6 - A profusão de embrulhos cheios de brinquedos "made in China", geralmente pouco didácticos e pouco seguros; alguns a raiar o absurdo; uns caros e outros baratos, consoante o poder de compra de quem oferece. Penso que é uma tendência pouco racional, na medida em que contribui para estimular o sentimento das crianças para as coisas materiais.

Estou tentado a presumir que os pequeninos só acham piada ao ritual excitante de rasgar os papéis dos embrulhos; depois de descobrirem as prendas é uma questão de algumas horas para perderem o interesse inicial. É o sobejamente conhecido fenómeno da fartura. Excluo destes cenários triviais as criancinhas pobres, "naturalmente".

Mas, enfim, faz parte, desde há muito, do "ritual" natalício de muitas famílias. Nomeadamente, daquelas que adoram espatifar dinheiro, embora estejam à rasca para pagar a enésima prestação do televisor "LED 4K Ultra HD 3D TV xispeteó".

7 - Algumas prendas para os adultos que, como já referi, por costume, são prendas que, por pejo, nem ao nosso pior inimigo devíamos oferecer. Por isso, também são irrelevantes porque o Natal, supostamente, é das crianças. Não de todas, evidentemente...

8 - A habitual árvore de Natal de plástico (os pinheiros caíram em desuso por motivos ambientais) enfeitada com bolas, lâmpadas irritantes a piscar outros arrebiques, e a cheirar a mofo devido ao mau condicionamento durante onze meses.

9 - Promoções especiais de fim de ano que ameaçam esmifrar o pouco que resta (aos compradores compulsivos) do subsídio de Natal.

10 - "Espírito Natalício" esse grande engodo que vem, quase, dos tempos afonsinos, fabricado pelo departamento de marketing da cristandade, para nos induzir a ideia de que, graças a um "milagre divino", somos mais bonzinhos ou penitentes em determinadas ocasiões de celebração de efemérides religiosas. Com efeito, funciona, mas não com o objectivo desejado; a malta não é tão "filantropa" como a pintam e partilhar é complicado; nomeadamente quem tem a barriga cheia. Na minha modesta opinião é a pior espécie porque anda sempre com o rei na barriga. Prometo que me pronunciarei sobre este tipo de gente em próximo artigo...

Durante o peditório deste fim de semana para o Banco Alimentar Contra a Fome, para além da "indispensável" cobertura mediática às compras que o professor Marcelo fez numa superfície comercial para esta instituição de solidariedade social - obviamente que a culpa de tanta difusão de imagens do senhor Presidente da República a encher carrinhos não é dele. O senhor é um altruísta militante e ainda bem que é assim. Para político até lhe assenta bem dar este e outros exemplos de solidariedade - , ficaram algumas frases soltas que transcrevo:

Uma senhora de aparência modesta à saída de um hipermercado dizia que "Se todos contribuíssemos com um pouco, conforme as nossas possibilidades, seríamos muitos"; ou as palavras do professor Marcelo afirmando que "Quem mais tem, mais obrigação tem de dar" e ainda dando a entender que é necessário minimizar a pobreza e o seu risco.

Mas para quando? Já se faz muito tarde!

11 - Não me lembro. Divaguei, desculpem!

Epílogo: Não sei o que seria da suposta tradição judaico-cristã, se o Pai Natal, o Menino Jesus (não confundir com o JJ), os três Reis Magos, a Nossa Senhora, o São José, o burro, as vaquinhas, os borreguinhos, as palhinhas e demais personagens e adereços alusivos não existissem. Seríamos melhores do pior que somos?

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