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A TORTO E A DIREITO

UM BLOGUE SEM PÉS NEM CABEÇA, A TRECHOS LÚCIDO, CONTUDO, TRANSLÚCIDO...MODÉSTIA À PARTE

A TORTO E A DIREITO

UM BLOGUE SEM PÉS NEM CABEÇA, A TRECHOS LÚCIDO, CONTUDO, TRANSLÚCIDO...MODÉSTIA À PARTE

A CULPA CONTINUA A MORRER SOLTEIRA; É O NOSSO FADO

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A gente sabe, pelo que dizem os "entendidos" em economia, particularmente em rentabilidade, que o eucalipto é uma "matéria-prima vital para a indústria da pasta e do papel". Porém, há algumas décadas - não é só de agora - que o seu plantio e o ónus que representa para a nossa paisagem florestal, têm sido fortemente criticados por organizações ambientalistas.

Ainda sou do tempo em que o arquitecto paisagista, Ribeiro Telles alertava para as más políticas de reordenamento florestal ou para a sua inexistência - já não sei precisar - , entre outros cancros ambientais que nunca se cansava de denunciar. 

Obviamente que o sector contesta as críticas, como lhe cabe neste negócio de milhares de milhões. "Na verdade, Portugal devia estar orgulhoso de ter o eucalipto", consideravam os protagonistas desta indústria, presentes num círculo de reflexão promovido pelo jornal Negócios e Banco Popular, o ano passado, dedicado às indústrias da pasta, do papel e dos moldes.

 

O QUE ELES ALEGARAM EM DEFESA DO EUCALIPTO:

"A produtividade em muitas plantações de eucalipto é baixa. A indústria quer melhores práticas. Garante que trabalha com produtores para o conseguir. Mas é preciso mais. Há áreas com um terço da produtividade que deveriam ter. São áreas pequenas. A propriedade média tem 0,8 hectares. A pulverização da propriedade torna difícil a sua gestão. Além de haver um problema de cadastro. Não se conhecem os proprietários. Ainda assim tem sido feito algum trabalho de agregação, com as associações de produtores florestais. Mas "é um caminho que devia ser muito mais incentivado", o que necessitava de outros apoios. O que a fileira não necessita -  acrescentam os industriais - é de instabilidade legislativa e regulamentação, como a que se pretende agora com a proposta de alteração do regime jurídico aplicável às acções de arborização e rearborização."


Os donos deste grande negócio reclamam, pois, a urgência de se plantarem mais eucaliptos em Portugal:

"O que é mais desagradável verificar é que a situação se deve a um conjunto de circunstâncias e não haverá uma única que seja suficientemente explicadora desta deficiência de matéria-prima".

Segundo a opinião consensual, existe "uma resistência que se foi criando sem base técnica rigorosamente nenhuma que leva a que algumas vozes, sectores de opiniões, depreciem o que é uma riqueza nacional e que muitos outros países gostariam de ter".

 

OS PROTAGONISTAS DE ENTÃO:

Carlos Álvares, presidente do Banco Popular Portugal
Carlos Van Zeller, administrador da Altri
João Faustino, presidente da Cefamol
José Luís Carvalho, membro do grupo técnico florestal da Celpa
Manuel Regalado, administrador da The Navigator Company
Nuno Silva, presidente da Moldit

 

Perante isto, e a despeito do aviso "duro" de ontem, do "Professor Marcelo" à "geringonça", custa-me acreditar numa mudança radical nas políticas governamentais; independentemente da cor partidária de quem estiver no poder e independentemente, também, do aproveitamento político habitual que se faz das "incompetências" governamentais, quando se está na oposição.

Há interesses envolvidos, entre os quais os deste poderoso lóbi, naturalmente, associados aos da economia nacional que também pesam muito no estupor da balança. Para além de outros supostos empenhos ou negociatas obscuras que - presumo - estão a ser devidamente investigados por quem de direito. Destaco a palavra "presumo"...

Quinhentos incêndios num só dia serão a consequência exclusiva de condições meteorológicas favoráveis à sua virulência, da imprudência de alguns campesinos e das mentes insanas de outros?
Relativamente a esta "maldição" recorrente, uma coisa é certa: a operacionalidade da dita Autoridade Nacional de Protecção Civil continuou a falhar, em toda a linha, por inércia e sabe-se lá que mais, desde a tragédia de Pedrógão Grande. As populações ficaram, por sua conta e risco, entregues aos caprichos das chamas; outra vez...

Se não há quem tenha na consciência o peso de mais de cem mortos em tão curto espaço de tempo - para não dizer dos que ficaram reduzidos à roupa que traziam vestida - , então que raio de gente é esta a quem entregamos os destinos do país? Há que tirar ilações e responsabilizar os culpados. Políticos e não só. Há que ressarcir, também, os despojados de tudo; concretamente; passar das boas intenções aos actos e sem entraves burocráticos. Para que não nos tornemos, miseravelmente, num Estado falhado, pois os actuais e anteriores acontecimentos sazonais, que se têm vindo a repetir ao longo das últimas décadas, são resultantes de um completo marasmo de quem nos tem governado.

Queria acreditar que isto vai mudar, mas, para isso, teria que ter fé e já não tenho idade nem razões para ter fé...

Fonte: Negócios

MIGAS DE ASSOBIO OU UM CHEIRINHO AO "MEU" ALENTEJO

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Migas e açordas – grande confusão para os lisboetas. Quando, nos restaurantes da capital, vejo no menu “sopa à alentejana” até fico arrepiada – é sempre um caldo ralo temperado com azeite, alho e coentros pisados, onde flutuam bocados de papo seco inchado – um verdadeiro crime de lesa gastronomia. Por outro lado, chamam açorda – açorda de mariscos, açorda de camarão, açorda de berbigão – a um prato que, nem sendo mau, devia ser obrigado a mudar de nome – são os papo secos do costume batidos com caldo de mariscos, com um ovo aberto em cima e uns coentrinhos polvilhados por cima.
Mas migas, ou pelo menos com essa designação, fazem-se não só no Alentejo, mas também no Algarve e em Trás-os-Montes, na Andaluzia (onde lhe chamam sopas de ajo e se comem ao pequeno almoço, com um ovo estrelado em cima), em Aragão e até no sul de França, sob a designação de miques.
Mas migas verdadeiras são as nossas, as alentejanas. Como já referi aqui falando da nossa açorda de alho, que acho o cúmulo do engenho transtagano – fazer uma sopa deliciosa, pisando um dente de alho com um raminho de coentros, uma golada de azeite e um pouco de água a ferver, só pode ter sido inventada por um génio. As migas também resultam dessa habilidade para, a partir de quase nada, conseguir fazer uma obra de arte.
Migas com entrecosto, migas de bacalhau, migas gatas, migas de batata, migas de espargos, migas de feijão-frade, migas de chícharos, migas de couve, migas de tomate, migas de miolos, migas doces, migas de broa, migas de farinheira, migas de grelos com bacalhau, migas de poejos, migas de coentros, enfim, há migas de tudo e, se nunca as comeram, pelo menos, já ouviram falar. Mas migas de assobio, quem é que conhece?... É uma história muito enternecedora que, se não tivesse o seu toque dramático, era do melhor que se conhece em gastronomia. 
Nos tempos da fome no Alentejo (que já passaram e que, esperamos, não vão voltar nunca mais) as mães de família esforçavam-se para dar de comer à prole, gastando o menos dinheiro possível. Não há nada mais barato do que o pão, o toucinho salgado e umas ervinhas do campo. O toucinho, cortado em quadradinhos minúsculos tinha que render e chegar para todos – o pão duro, um dentinho de alho, um raminho de poejos e a água, resolviam o resto. Se houvesse mais uma pinguinha de azeite, melhor, mas se não houvesse, também se comia assim. Que remédio!
Mas os bocadinhos de toucinho, ainda que muito pequeninos, eram encontrados com muita alegria – a quem calhasse no prato, dava um assobio. Daí as migas de assobio.

Texto: Maria Antónia Goes

Escritora e gastrónoma

Imagem: Diário do Alentejo

In Diário do Alentejo de 9/10/2017 

O TEMPO

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É provável, embora não descure a possibilidade de ser inverosímil, que algumas pessoas que habitualmente se preocupam com o tempo, já tenham participado, de alguma forma, em debates sobre o tema. Nomeadamente devido à importância que tem no seu quotidiano, dentro do tempo e da disponibilidade que têm - passe a redundância. Esta discorrência é para elas.
Normalmente, recorre-se ao tempo quando não ocorre mais nada para dizer ou quando falta dizer tudo a seu tempo, senão quando falta dizer qualquer coisa.
Outros casos há em que não se conhece o interlocutor de nenhum lado ou, pelo contrário, presume-se que se conhece bestialmente bem, só porque a cara é familiar; para não dizer daqueles casos em que se conhece de ginjeira, apesar de ficar a dúvida sobre se o fulano ou a beltrana são de ginjeira ou do Ginjal.
Como já se devem ter apercebido, este último parágrafo nada tem a ver com o tempo, mas, de tempos a tempos, divago, desculpem.
Pela experiência que tenho destes tópicos de discussão, acho que apenas zero por cento das pessoas considera o tempo como um assunto interessante, já que a generalidade o considera uma perda de tempo. Contudo, penso, embora sem certeza, que uma percentagem significativa de pessoas prefere mencionar o tempo que faz ou fez no próprio dia, enquanto outras preferem falar sobre o tempo que fez durante a semana, seguidas das que escolhem o tempo que fez no último mês como tema de conversa e das que preferem resumir o estado do tempo que fez durante o último ano. Ainda assim, há algumas que estão sempre a queixar-se de que não lhes sobra tempo para nada e eu pergunto: para que precisam do tempo para nada?
Finalmente, há uma percentagem residual de pessoas que prefere padronizar o quinquénio, o decénio ou até o último século.
Sublinho que estas suposições não passam de teses, não obstante a experiência pessoal; nunca é demais referir. Por conseguinte são pouco fiáveis do ponto de vista sociológico e até temporal, digamos assim. Todavia, isto é só para matar o tempo, como, certamente, já presumiram.
Se calhasse perguntar a uma pessoa muito idosa o que pensava sobre o tempo, provavelmente debruçar-se-ia sobre o tempo da outra senhora (quiçá a Dona Urraca ou o Dom Fuas Roupinho). Ou, se calhar, referir-se-ia à intemporalidade de Frei Luís de Sousa, por exemplo. Porém, devo enfatizar que posso estar a incorrer num enorme equívoco. Fica aqui a ressalva.
Sobre a exploração semântica do tempo, da sua temporalidade intrínseca e das transformações morfológicas associadas, desculpem lá, mas, no meu fraco entendimento, é uma coisa sem pés nem cabeça. Mais tarde, tentarei debruçar-me sobre a questão se me lembrar. Até porque hoje é daqueles dias em que não há tempo para mais e além do mais, "time is money", como dizia aquele inglês muito fleumático, além de parvo e absurdamente materialista.
E, em jeito de conclusão - peço, desde já, muita desculpa pelo tempo escasso - , quem não tem uma relação afectiva com o tempo, atire a primeira pedra!
O tempo tem um valor sentimental inestimável para mim, pois adoro dizer frases feitas como: "No meu tempo o carapau era a vinte e cinco tostões o quilo" ou "no meu tempo é que era bom" ou "no meu tempo andava tudo direitinho" et cetera. Todavia, também tem dias em que me zango com o tempo. É assim a modos como uma relação amor-ódio, estão a ver a coisa?
Quantas vezes já vos aconteceu sair com o guarda-chuva e não chover? Dá ou não dá uma raiva do caraças?! O contrário também é válido, ou seja: de certeza que já vos aconteceu sair sem o guarda-chuva e desatar a chover; são situações recorrentes, de tal modo que se tornaram triviais no dia a dia das pessoas, independentemente da altura do ano, pois são daquelas incoerências do tempo que, às vezes, nos irritam sobremaneira, sobretudo quando não há tempo para aturar as excentricidades do tempo.
Também há por aí muito menino e menina que só se lembra do tempo quando faz trovoada; é vê-los a rezar a Santa Bárbara, quais convertidos de última hora.
Estas coisas têm que ser feitas a tempo e horas e, além disso, é preciso dar tempo ao tempo, amadurecer as convicções, as ideias. Não se convertem descrentes em dois tempos que diabo! Escusado será dizer que a santa dispensa gente deste quilate.
Porém, acredito piamente que nós, de um modo geral, temos uma vocação oculta. Isto porque invocamos muitas vezes São Pedro como culpado número um do estado do tempo, exigindo, até, a sua substituição por uma pessoa mais nova e, naturalmente, mais competente para ocupar um cargo de grande responsabilidade como o que desempenha desde há milénios. Pudera! O homem regula o tempo desde a noite dos tempos e, mais a mais, acumula a função de porteiro do Céu, talvez, desde tempos imemoriais. Ora, isto é muita responsabilidade para um ancião! A fazer lembrar alguns colados célebres na nossa história. Até dá a ideia de que as pessoas são insubstituíveis, credo! Desculpem, lá, o aparte!
No fundo, parafraseando Chico Buarque no seu Fado Tropical, Todos nós herdamos no sangue lusitano uma boa dose de previsão do tempo..."além da sífilis, claro"...

A REPÚBLICA

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Acto 1:

A República tem exercido em mim, desde que me conheço, um enorme fascínio. Isto, só para não dizer encantamento que é a mesma coisa. Deslumbramento pela figura sensual, pelas maminhas empinadas e por aquele lindo barrete enfiado na cabeça. Um "tesão", parafraseando aquele cara lá do outro lado do Atlântico, cujo nome não me ocorre.
Tenho-a venerado que nem um doido em fotografias, xilografias, litografias, fantasias, desenhos, bustos de gesso e até em perturbantes sonhos nocturnos que me escuso de descrever por uma questão de decência. Porém, por muitos e infelizes acasos, nunca tive oportunidade de a conhecer em carne e osso. Penso que tem sido a grande falha e o grande drama da minha pobre existência. Sim, sem ela sou o mais pobre dos pobres!
Amo-a desde pequenino. Acima de tudo e por amor a ela tornei-me a mais desgraçada e solitária das criaturas ao cimo da terra. Sem a República, a vida não tem sentido; tudo se torna indigno da minha devoção.
Debalde (não confundir com de balde, até porque não se enquadra neste contexto), perdi dias, meses e anos a fio, à procura daquela que tinha eleito como a rainha do meu coração e, afinal, em vão (era chato repetir debalde).

Acto 2:

Oh, minha amada República! Estou convicto de que se soubesses a pureza dos meus sentimentos e das minhas intenções, render-te-ias a esta paixão avassaladora, fofinha!
Esta coisa é "fogo que arde sem se ver" e consome-me as entranhas do ser mais profundo, pois se "fora" possível iria mais fundo! Oh, senhores, o amor não correspondido é uma coisa muito aborrecida (estavam à espera que eu escrevesse uma asneira, n'era? Devem pensar que eu sou como o MEC, não?)!
Há dias, mirei-te numa capa de livrinho, gasto pelo tempo, exposta numa vitrina suja de um alfarrabista da baixa e o meu coração parecia que me ia saltar do peito. Estavas insuportavelmente linda, alta, a atirar para o cheiinho - como gosto - , num deslumbrante desnudamento e num arrebatamento tão natural na tua condição de pátria involuntária. Sim, porque não tiveste culpa de teres sido escolhida em pretérito da outra! Aconteceu porque sim e tu foste na onda. E foi lindo ver hastear aquela majestosa bandeira nos Paços do Concelho, ainda que ao contrário. Compreensível, num dia tão inesquecível...
Assentava-te tão bem o escudo armilar (oh, meu Deus, o escudo armilar, que excitante!) numa mão e a lança na outra que até já foi em África. Ai, como desejei ser vitrinário naquele momento! Só Deus sabe, a despeito do meu agnosticismo...
Mais te amei naquela parcela tão diminuta de tempo e beijei a montra feito um louco, indiferente a quem passava.
De pronto, parti no teu encalço, não obstante gostares de andar descalça, minha gazela doce e paradoxalmente selvagem.
Regressei tal como parti: triste e desiludido, embora, à partida, ainda me restasse uma centelha de esperança.
Percebi que me evitavas, quiçá, por usar óculos ou não ser alto e consistente como tu.
Porém, amor, se pensas que vou manter esta toada de sofrimento, bem podes tirar o cavalinho da chuva! O tempo tudo cura, mesmo que este coração, agora, sangre abundantemente por ter ficado preso aos teus encantos.
Não julgues que me derrubas por via de um amor não correspondido, querida República! Pelo contrário, dás-me cá uma risota! É tão bom ser-se assim tão idiota. É bué giro ser-se um parvo chapado, gargalhar alarvemente, mas é raiva certamente, porque te sou indiferente.
Sou tão míope que não sei o que vejo em ti! Se fizesses um esforço, podias ver que não sou tão xarope e parvinho de todo e até podia chegar-te aos calcanhares com uns sapatos de tacão alto!
Prometo que te esqueço e vou para outra mulher, quiçá a Monarquia que, apesar de poeirenta e cheirar muito a mofo, ainda é capaz de romper meias-solas. É só falar com o Dom Duarte Pio que é mais pio do que tu...

Acto 3: (se calhar, epílogo soava melhor, mas que se lixe!):

"Ai de mim, mas de (ti) ai, que eu morrendo, (não) entendo" (com a devida vénia ao porreiraço do meu amigo, Luís Vaz).

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