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A TORTO E A DIREITO

UM BLOGUE SEM PÉS NEM CABEÇA, A TRECHOS LÚCIDO, CONTUDO, TRANSLÚCIDO...MODÉSTIA À PARTE

A TORTO E A DIREITO

UM BLOGUE SEM PÉS NEM CABEÇA, A TRECHOS LÚCIDO, CONTUDO, TRANSLÚCIDO...MODÉSTIA À PARTE

UMA NO CRAVO...

uma no cravo e outra na ferradura.gif

"Não confies em flores que desabrocham em Março, nem em (políticos) que não têm vergonha."
Neste conselho da sabedoria popular, não sei se originário deste lado, ou do outro lado do Atlântico, tomei a liberdade de substituir a palavra "mulheres" por políticos (desde já, peço desculpa ao autor, ou autora do provérbio), mas, bem vistas as coisas, até fazia algum sentido manter a expressão original. E isto porque, na minha modesta opinião, é preciso não ter uma nesga de vergonha para se candidatar à presidência da Câmara de Lisboa. Convém relembrar os mais distraídos, de que foi graças a ela que muito comércio alfacinha fechou portas - "Eu sou candidata a presidente da Câmara de Lisboa, com o CDS, ou com o CDS e outros partidos”, dizia esta mulherzinha fútil em Dezembro do ano passado, durante um almoço que assinalou os 40 anos de vida parlamentar do seu partido (o Pedrocas 'Calimero' já lhe demonstrou o apoio laranja há poucas semanas).
Ainda, a propósito da falta de vergonha e acerca do desvio de dinheiro para paraísos fiscais que não passaram pelo crivo do fisco durante a anterior legislatura, a última pérola desta triste figura está relacionada com a confissão do ex-Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, ao referir-se à decisão deste de abandonar as funções actuais que exerce no partido, como uma atitude de "grande elevação de carácter"...
É sabido que Núncio, para sacudir a água do capote, começou por afirmar que a culpa era da Autoridade Tributária. A seguir culpou os computadores. Só quando o ex-Director Geral dos Impostos, Azevedo Pereira, "deu com a língua no trombone" - a gente sabe que quando o mar bate na rocha, o mexilhão é sempre o sacrificado - ,dizendo que a "lista" não tinha sido publicada porque não estava autorizado a fazê-lo, é que o maroto do Núncio 'confessou o crime'.
Cristas assume, assim, que quando se é apanhado em flagrante delito, revela-se uma grande elevação de carácter! Os alfacinhas, por esta e por outras, vão ficar bem servidos. No mínimo vão tê-la como vereadora...

DEZ MIL MILHÕES DE EUROS É UMA PORRADA DE MASSA!

the panama papers1.jpg

"O Fisco deixou passar sem controlo 10.000 mil milhões de euros para offshores.

Segundo o jornal Público, um conjunto de transferências de dinheiro, feitas entre 2011 e 2014, não foram alvo de controlo por parte do Fisco, embora tenham sido comunicadas pelas instituições financeiras como obriga a lei.

Esta omissão foi detectada quando, entre final de 2015 e início de 2016, foi retomada a análise estatística e divulgação das transferências para as offshores.

Os primeiros ficheiros do Fisco apontavam para 7.162 milhões de euros desviados para offshores, de 2011 a 2014, agora o valor apurado é mais do dobro, ou seja, 16.964 milhões.

São 20 declarações apresentadas por instituições financeiras que não mereceram qualquer tipo de tratamento por parte do Fisco, num valor médio de 490 milhões por declaração.

Em Janeiro passado, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Fernando Rocha Andrade, afirmou que "Portugal tem de longe a maior lista de paraísos fiscais da Europa", defendendo que a lista de offshores "deve ser reduzida" e que a estratégia deve privilegiar os acordos de troca de informação."

Fonte: iol Notícias Economia tvi24

O NOSSO ZECA AFONSO

“O que é preciso é criar desassossego.

Quando começamos a criar álibis para justificar o nosso conformismo, então está tudo lixado! (…)

Acho que, acima de tudo, é preciso agitar, não ficar parado, ter coragem, quer se trate de música ou de política. E nós, neste país, somos tão pouco corajosos que, qualquer dia, estamos reduzidos à condição de ‘homenzinhos’ e ‘mulherzinhas’. Temos é que ser gente, pá!”.

 

 

Entrevista a Viriato Teles, in «Se7e», 27/11/85.

 

"José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos (Aveiro, 2 de Agosto de 1929 — Setúbal, 23 de Fevereiro de 1987), foi um cantor e compositor português. É também conhecido pelo diminutivo familiar de Zeca Afonso, apesar de nunca ter utilizado este nome artístico." (http://www.aja.pt/)

TRUMP VS PUTIN

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Salta à vista do observador mais atento, o estranho encantamento de Donald Trump pelo russo Vladimir Putin. Pelo menos, nas presidenciais, não alinhou pelo diapasão do discurso recorrente da América em relação à Rússia. Ora, tal postura deu a Moscovo o pretexto ideal para tentar "influenciar o resultado eleitoral" nos EEUU, segundo disseram as agências de inteligência americanas. Todavia esta alegada ajuda do "amigo russo" não é suficiente para esclarecer como irão decorrer as relações bilaterais entre os dois países.

Tal interrogação não inibe o actual presidente americano de gabar reiteradamente Putin, chamando-o de "líder forte" - um termo muito do seu agrado - que "sabe como governar o seu país", garantindo, até, que ambos têm uma boa relação, entre outras afirmações que proferiu, mesmo sem conhecer Putin pessoalmente. Discurso ao qual já nos vamos habituando...
É claro que o russo não se ficou e devolveu-lhe os elogios, nesta troca de galhardetes, afirmando que Trump é uma pessoa "notável e talentosa" e o "líder absoluto" dos EEUU.
Nesta suposta coincidência de gostos e ideias, parece haver alguma instabilidade. Trump tem, há muito tempo, uma desusada sedução pelo estilo de governação do seu homólogo. Isto não obstante ter questionado sistematicamente as relações entre a América e a Rússia.
Uma explicação - plausível ou não - para este paradoxo de Trump, está na afirmação de um senhor chamado Michael kofman, especialista em assuntos russos, de um centro de estudos americano, o Wilson Center*: "Trump ambiciona ser como Putin, enquanto Putin é mais pragmático. Manifesta simpatia por Trump, mais por razões funcionais e políticas. Putin é o que Trump sempre sonhou ser".
Como Putin, Trump acredita ter-se ligado profundamente aos anseios dos seus compatriotas, sobretudo dos brancos xenófobos, onde paira um sentimento de que a América perdeu a força e o carácter que era seu apanágio, e vê em Putin um reflexo da vitalidade que ele pretende para os EEUU.
Com a devida e incomensurável distância, este actual episódio americano faz-me lembrar a forma como Hitler chegou ao poder na Alemanha, conseguindo convencer o povo alemão de que era o seu Messias. Mas, como disse, com a ressalva da distância. "Lagarto, lagarto!"...

*(https://www.wilsoncenter.org/research?topic=170)

A PUTA DA ALMA LUSA

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A culpa é quase sempre de alguém, quando mais não seja, da mulher a dias. Uma coisa é certa: jamais em tempo algum - passe a redundância - é nossa! Por isso, na falta da mulher a dias, morre solteira, coitadinha!
A coisa está agarrada à cultura do "people" como uma lapa. Digamos que é a nossa eterna pecha, pronto. Contra isso, batatas com bacalhau.

Poucos se dão ao trabalho de recuar no tempo e na História. A solução mais cómoda, embora continue a beneficiar o infractor, é fazer um "reset", apagando tudo quanto ficou para trás. É esta maldita preguiça intelectual, secular e viscosa, a que nos habituou o estupor do "sistema", o tal que nos culpabiliza pelo atraso sistémico de que padecemos há muito, sem se rever. Ainda assim, teimamos em alimentar-lhe o ego, claro! Libertar-nos do sentimento de culpa é fixe e é amoral. Está na moda ser amoral. É mais fácil manipular mentes, ao ponto de as transformar em massa irreflectida; manipular em todos os sentidos: das ideias às atitudes. Julgar só pelas aparências também é porreiro e muito "in". Como não perdoar pelos erros ou opiniões contraditórias; quase ninguém perdoa derrapagens; é como se tivesse varrido as suas ou transferido o ónus da culpa para os outros. É sempre dos outros. Somos tão malvados que somos capazes de transformar pessoas bestiais em bestas de um dia para o outro (aqui, pode-se aplicar a propriedade comutativa) e capazes de julgar sem nos julgarmos primeiro; capazes de culpar, apenas, por revanchismo ou, simplesmente, culpar, só porque é bestial culpar. Que merda de "raça", esta nossa! 

Contudo, julgo que ainda resta uma centelha de esperança num amanhã melhor com pessoas melhores, uma sociedade mais tolerante, enfim, apesar de todas as vicissitudes pelas quais temos passado, inclusive algum retrocesso civilizacional.

As vontades actuais têm esse efeito perverso e, infelizmente, a moralidade é uma atitude social em desuso, penso eu. Pelo menos é o que me é dado a perceber e já cá ando há mais de meio século.

Pode ser que as novas gerações consigam aceitar e conviver com quem pensa diferentemente, sem se sentirem ameaçadas e se possa trabalhar para o bem comum. Até agora isso não tem sido possível; existem ainda muitas clivagens e uma atmosfera envolvente que contribui para que as pessoas não se entendam. É esta maldita e manipuladora sociedade de consumo desenfreado que nos torna mais egoístas e de um individualismo extremo; talvez ao ponto de trair o nosso melhor amigo. Digo-o com algum exagero, se calhar, mas...

Todavia, ainda tenho o vago optimismo, ou a romântica veleidade de sonhar com a Utopia. Afinal, não somos tão burros assim; fizemos coisas giras, tivemos nomes sonantes em áreas muito importantes, "demos novos mundos ao mundo" e outras tretas, mas, sei lá, deve ser qualquer coisa que andamos a comer há nove séculos e que temos digerido invariavelmente mal.

No final o que mais me desencanta é o facto de continuarmos a pactuar com aqueles que sempre apostaram na nossa ignorância e, por consequência, na nossa pobreza endémica - agora travestidos de democratas - , os mesmos que julgámos erradicados da nossa sociedade numa fantástica alvorada de Abril.

Exagero? Talvez, mas de quem é a culpa?

Qualquer dia escrevo sobre o destino, está bem? Esperem sentados.
Ai, esta puta desta alma lusa!

A EUTANÁSIA

a eutanásia.jpg

"Ajudei mais pessoas a viver do que a morrer. 
O acto em si nunca se banaliza. Claro que o envolvimento emocional também pesa, mas nunca deixa de ser uma herança pesada. Não há dilema: ter uma pessoa de quem gosto perto de mim a sofrer? Isso é condená-la. Todas as pessoas que me pediram ajuda estavam em profundo sofrimento, sem esperança de vida que valesse a pena viver. Mantê-las vivas, isso sim seria uma maldade horrorosa. Admito: se tivesse tido coragem, teria começado a praticar eutanásia mais cedo. Vi tanto sofrimento inútil"

26 Abril 2016 • Lucília Galha

http://www.sabado.pt/ciencia___saude.html
Extracto de um artigo originalmente publicado na edição n.º606, de 10 de Dezembro de 2015.

A BOMBA ATÓMICA PORTUGUESA

a bomba atómica portuguesa.jpg

Eh pá, ando cá a cismar com uma ideia há algum tempo e decidi revelá-la. Sei lá; há coisas q'a gente não pode, simplesmente, guardar, mesmo que sejam falsas e, afinal, a falsidade até está na moda, n'é? Aliás, segundo Descartes que, como sabem, era um filósofo céptico c'mo caraças, esta e outras ideias são um produto de uma imaginação febril e, nessa perspectiva, existe uma necessidade imperiosa de as partilhar com alguém.

A relevância deste sentimento de identificação, digamos assim, prende-se com um aspecto de primordial importância para a nossa sobrevivência como país soberano. Se é que as pessoas ainda têm alguma noção do seu significado. Trata-se de um elemento fundamental para a nossa continuidade como nação independente, evidentemente!
Ora, a minha convicção é a de que estamos muito desprotegidos. A nossa defesa e integridade territorial andam um bocadinho à deriva; não conseguimos impor respeito, inclusive àquelas couvinhas de Bruxelas, e acho que é uma situação muito comprometedora para a nossa credibilidade internacional e, por consequência, deixa-nos muito expostos.

Penso que devíamos por cobro a essa falta de consideração, pá! Todos querem botar a pata em cima de nós e não pode ser! Temos que acordar deste maldito torpor Sebastianista que nos persegue há séculos, caraças! O que lá vai, lá vai. É tempo de olharmos em frente e fazer cumprir Portugal!
E, assim de repente, lembrei-me da história dos submarinos e surgiu-me uma ideia que julgo que seria do agrado da Armada, nomeadamente do almirantado, e da generalidade dos generais. 

Estou convicto de que ainda há patriotas, sabendo, contudo, que nos debatemos com uma crise de falta de patriotismo que até dá dó! Ao menos valham-nos as honrosas excepções dos políticos da nossa praça, designadamente, aqueles valorosos que estão lá fora, há uma porrada de anos, a lutar pela Pátria no Parlamento Europeu.
E é aqui que entra o conceito que está na base deste artigo: a bomba atómica. Pergunto porque carga d'água é que há países que têm bombas atómicas e nós não temos? Vá, expliquem-me! Lá porque somos pequeninos não significa que tenhamos menos valor, que diabo! Aliás, até se costuma dizer que os países não se medem aos palmos e, nestas coisas, dou a mão à palmatória da sabedoria popular.
Por isso acho que também devíamos ter uma bomba atómica. Das melhorzinhas, claro. Não queremos cá a porcaria que os americanos já não usam! Mesmo que fosse pequenina! Dava-nos uma jeiteira do caraças!
O ideal era - e aqui é que entra a prestimosa e elevada colaboração do nossa Armada - instalá-la num dos Tridente; sim porque a gente só quer uma, não são necessárias mais. Ficava instalada bem à vista para suscitar algum respeito aos transatlânticos que atravessam o estuário do Tejo num constante vai e vem. Assim, os turistas palermas que nos visitam, já podiam ir contar lá para os seus países que a gente também tem uma bomba atómica e não está para brincadeiras!
É claro que é preciso ter sempre algum cuidado. Imaginem que esta estrangeirada é mal intencionada e resolve não regressar aos países de origem. Com que intuitos, vá, digam?! Isto, agora, todos os cuidados são poucos, pois por trás da aparente bonomia de um nórdico, pode-se esconder um potencial jihadista islâmico! Assim, para evitar surpresas desagradáveis, levavam logo com uma bujarda de aviso que até andavam de roda e punham-se logo na alheta que era limpinho! Só para não se armarem em parvos! E depois fossem lá fazer queixinhas ao Totta q'a gente até agradecia; até era bestial para a nossa auto-estima, diga-se de passagem!
A propósito de auto-estima e antes que me esqueça, quero reforçar a minha mais profunda admiração pelo nosso falecido rei, D.Sebastião "O Desejado". Ainda estou convicto de que, um dia, sobretudo com nevoeiro, ele há-de vir, se Deus quiser. Não me posso esquecer daquela sua célebre frase "mais vale ser rei por um dia, do que escrava toda a vida", lembram-se? Se isto não era auto-estima, então era o quê? Bem, é assim: não sei se foi ele, se foi o Padre António Vieira, ou o Fernão Mendes Pinto, mas isso não é muito relevante. O que é relevante é que tenhamos em mente que de Espanha nem bons ventos, nem bons casamentos. Vejam o caso dos ex-soberanos, Juan Carlos e Sofia que dormem em camas separadas desde que se casaram, ou o da infanta Cristina, envolvida em escândalos de corrupção, juntamente com o seu marido, um conhecido mafioso com ligações ao meio empresarial.
Já não há monarquias como no tempo do D. Afonso Henriques. Se bem que o que ele fez à mãe foi uma javardice, pá, não se faz! Todavia, penso que os portugueses o perdoaram há muito porque desse triste episódio resultou este belo canto à beira-mar plantado, como a malta gosta de dizer.
Mas, voltando à vaca fria dos espanhóis ou melhor, ao "Toro de Osborne", é preciso estarmos atentos, ou como diz o outro, estar com um olho no burro e outro no cigano. Lá diz o ditado de que de Espanha nem bons ventos nem bons casamentos. Portanto, cautelas e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém.

Esta coisa de partilharmos há séculos a mesma península, não obsta a que um dia, enquanto estivermos a dormir, os gajos não se lembrem de entrar por aqui adentro, aproveitando o facto de termos o mau costume de adormecer de cu para o ar.
Por essas e por outras é que era ideal termos a tal bomba atómica preparada para qualquer eventualidade. Além disso, se os "nuestros hermanos" soubessem que tínhamos uma coisa dessas, pensavam duas vezes antes de nos invadirem. Sempre ouvi dizer que o respeitinho é muito bonito! É claro que se atirássemos para lá a nossa bomba, eles podiam retaliar com a central nuclear de Almaraz, rebentar com aquilo e lixar tudo, mas quem tem cu tem medo e, bomba daqui e central dali, sempre se reduzem as chances de uma crise atómica. É a chamada "paz nuclear", estão a ver a coisa?
Por outro lado, é bom que a senhora Merkel em particular e o mundo em geral, fiquem com a verdadeira noção de que já não somos os meninos bem comportados da Europa - vulgo paus mandados - , como nos pintavam no tempo do Coelho Calimero e do seu irrevogável vice, Paulinho das feiras. Ponham-se à tabela que se a coisa der para o torto, podem ter a certezinha absoluta que a gente reage logo e retalia c'a bomba atómica q'é por causa das tosses!
A bombinha faz-nos muita falta! É pena estarem tão caras, mas isso também se podia resolver através de uma subscrição nacional. A dividir por todos não custava nada e até podia ser que nos fizessem um desconto especial, n'é? Se estamos a sustentar os chulos dos banqueiros sem termos contrapartidas, não vejo razão para não acarinharmos, patrioticamente, a ideia de uma iniciativa de angariação de fundos para obtermos a nossa bomba atómica. Até pode ser que consigamos comprar uma mais baratinha através da Internet, com garantia de manutenção gratuita contra defeitos de fabrico, o que nos livraria de despesas adicionais, tais como uma explosão acidental, por exemplo.
Com uma arma assim, tão destruidora, acabava-se logo com os repontões do costume. Quem se portasse mal ia logo corrido à bomba atómica, fosse cá dentro ou lá fora!
Vamos lá amadurecer a ideia da nossa bombinha atómica, "faxavor", ok?

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